
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O arco-íris (25/05) obra da Natureza"!!!!!!!!!!! fantastico
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Capacitação de Jornalistas Vencedores Concurso “Tim Lopes de Investigação Jornalística”
A Agência de noticias dos Direitos da infância (ANDI) em parceria Childhood Brasil, realizou a Oficina para Jornalistas Vencedores do 5( Quinto ) concurso Tim Lopes de investigação jornalística na temática de Violência Sexual . A oficina decorreu de 26 á 27 do mês em curso defronte do hotel mercure em São Paulo, contou com mais de dezoito jornalistas dentre estes jornalistas do (Brasil Paraguai, Uruguai, Argentina), duas psicólogas consultoras, (Graça Guedelha; Sandra santos) e a consultora (Suzana Rostagnol) Socióloga.
Os profissionais beneficiaram de material de apoio como livros, pesquisas publicadas, fontes de dados e discutiram temas como: Contextualização do abuso, da exploração sexual e do trafico para fins de exploração sexual: O atendimento de crianças e adolescentes vítimas de Violência sexual: avanços e desafios no enfrentamento ao fenômeno no Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) e Analise da cobertura da mídia sobre o abuso sexual. Sandra Santos disse que “O abuso sexual no Brasil é bem visível e as pessoas buscam atendimento, soluções e responsabilizam os autores já a exploração sexual é menos visível porque justifica-se que a criança /adolescente está nessa situação porque gosta e ganha dinheiro por isto” alerta
Graça Guedelha eleva a necessidade da preparação técnica, e pessoal qualificado para atender os casos de abuso sexual, ver a acriança /adolescente como sujeito e desejante de direitos. E acompanhar o desenvolvimento dos casos e avaliar a qualidade desta assistência.
Durante a abordagem ás vitimas é preciso muita delicadeza, despir-se pelos menos das suas crenças sentimentos, valores, conceitos e preconceitos. Pois a violência sexual deixa marcas no desenvolvimento integral da criança/ adolescente, e uma má abordagem pode reevitimizar a criança.
O Diretor de mobilização da ANDI Daniel Oliveira disse “é fundamental abordar o tema em uma perspectiva de políticas publicas, monitorar o que o governo tem feito para solucionar o problema, desde a prevenção até o encaminhamento dos casos. E durante a entrevista tem que ter em conta a idade. A idéia é entrevistar apenas adolescente e não as crianças, e ter em conta o semblante de seriedade real; nível de preocupação com a vitima; cumprir o selo de confiança, e nunca revelar a fonte, pois nem uma fonte pode se prejudicar depois de dar uma entrevista
Na ocasião os jornalistas de forma breve apresentaram seus projectos e trocaram experiência sobre os mesmos As consultoras deixaram varias orientações para a melhor executarem o trabalho na prática.Os jornalistas durante apresentação dos projectos mostraram-se muito empolgados em trabalhar em prol da defesa das crianças vitimas de Violência sexual e parabenizaram a começão organizadora. Matias jornalista radialista da Argentina disse que o projecto dele visa proteger o Direito a Saúde Publica; Educação Publica; Família e Direito a Intimidade da criança ou adolescente vitima de abuso sexual, por isto acredita que há uma necessidade dos jornalistas investigarem as práticas publicas em relação a criança, solicitando dados estatísticos ao Estado, pois este é por direito obrigado a fornecer os dados solicitados. Em função a isto Matias irá apresentar por semana uma matéria ligada a cada direito apoiando-se na política publica, contexto e legislações nacionais e internacional, que defendem os direitos de infância e solicitará dados aos órgãos de direito.
Maria jornalista do jornal de Paraguai, disse que as suas atenções estarão viradas ao Tráfico de crianças para fins de exploração sexual e trabalho esforçado nas fabricas de roupa na fronteira de Paraguai.
No final do encontro fez-se uma avaliação e os jornalistas congratularam a equipe organizadora, disseram que o encontro teve bastante qualidade na orientação dos seus trabalhos, e que estavam muito felizes pelos prêmios e o material de apoio que foi muito rico fornecidos aos contemplados.
Elaborado por
C.C
A Agência de noticias dos Direitos da infância (ANDI) em parceria Childhood Brasil, realizou a Oficina para Jornalistas Vencedores do 5( Quinto ) concurso Tim Lopes de investigação jornalística na temática de Violência Sexual . A oficina decorreu de 26 á 27 do mês em curso defronte do hotel mercure em São Paulo, contou com mais de dezoito jornalistas dentre estes jornalistas do (Brasil Paraguai, Uruguai, Argentina), duas psicólogas consultoras, (Graça Guedelha; Sandra santos) e a consultora (Suzana Rostagnol) Socióloga.
Os profissionais beneficiaram de material de apoio como livros, pesquisas publicadas, fontes de dados e discutiram temas como: Contextualização do abuso, da exploração sexual e do trafico para fins de exploração sexual: O atendimento de crianças e adolescentes vítimas de Violência sexual: avanços e desafios no enfrentamento ao fenômeno no Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) e Analise da cobertura da mídia sobre o abuso sexual. Sandra Santos disse que “O abuso sexual no Brasil é bem visível e as pessoas buscam atendimento, soluções e responsabilizam os autores já a exploração sexual é menos visível porque justifica-se que a criança /adolescente está nessa situação porque gosta e ganha dinheiro por isto” alerta
Graça Guedelha eleva a necessidade da preparação técnica, e pessoal qualificado para atender os casos de abuso sexual, ver a acriança /adolescente como sujeito e desejante de direitos. E acompanhar o desenvolvimento dos casos e avaliar a qualidade desta assistência.
Durante a abordagem ás vitimas é preciso muita delicadeza, despir-se pelos menos das suas crenças sentimentos, valores, conceitos e preconceitos. Pois a violência sexual deixa marcas no desenvolvimento integral da criança/ adolescente, e uma má abordagem pode reevitimizar a criança.
O Diretor de mobilização da ANDI Daniel Oliveira disse “é fundamental abordar o tema em uma perspectiva de políticas publicas, monitorar o que o governo tem feito para solucionar o problema, desde a prevenção até o encaminhamento dos casos. E durante a entrevista tem que ter em conta a idade. A idéia é entrevistar apenas adolescente e não as crianças, e ter em conta o semblante de seriedade real; nível de preocupação com a vitima; cumprir o selo de confiança, e nunca revelar a fonte, pois nem uma fonte pode se prejudicar depois de dar uma entrevista
Na ocasião os jornalistas de forma breve apresentaram seus projectos e trocaram experiência sobre os mesmos As consultoras deixaram varias orientações para a melhor executarem o trabalho na prática.Os jornalistas durante apresentação dos projectos mostraram-se muito empolgados em trabalhar em prol da defesa das crianças vitimas de Violência sexual e parabenizaram a começão organizadora. Matias jornalista radialista da Argentina disse que o projecto dele visa proteger o Direito a Saúde Publica; Educação Publica; Família e Direito a Intimidade da criança ou adolescente vitima de abuso sexual, por isto acredita que há uma necessidade dos jornalistas investigarem as práticas publicas em relação a criança, solicitando dados estatísticos ao Estado, pois este é por direito obrigado a fornecer os dados solicitados. Em função a isto Matias irá apresentar por semana uma matéria ligada a cada direito apoiando-se na política publica, contexto e legislações nacionais e internacional, que defendem os direitos de infância e solicitará dados aos órgãos de direito.
Maria jornalista do jornal de Paraguai, disse que as suas atenções estarão viradas ao Tráfico de crianças para fins de exploração sexual e trabalho esforçado nas fabricas de roupa na fronteira de Paraguai.
No final do encontro fez-se uma avaliação e os jornalistas congratularam a equipe organizadora, disseram que o encontro teve bastante qualidade na orientação dos seus trabalhos, e que estavam muito felizes pelos prêmios e o material de apoio que foi muito rico fornecidos aos contemplados.
Elaborado por
C.C
Abuso sexual a crianças e adolescentes agride ser humano
A cada dia que passa, o número de casos registrados elevam-se, crianças e adolescentes se perdem em meio aos abusos cometidos pelos adultos. A pedofilia refere-se à atração sexual de crianças e adolescente. A classificação internacional das doenças concidera a pedofilia como um dos transtornos de preferência sexual e é uma doença quase que exclusiva dos homens. O indivíduo deve ter mais de 16 anos de idade e ser cinco anos mais velho que sua vítima para se caracterizar o caso.
A psicoterapeuta Olga Tessari durante uma intrevista no Site www.padremarcelorossi.com.br disse que as explicações para este tipo de comportamento são várias: pode ser uma pessoa que apresenta uma dificuldade em relacionar-se sexualmente com adultos, que se sente insegura e ansioso diante desta situação e que, na relação com as crianças sentem que têm o controle e o poder em suas mãos. Muitas vezes, a figura da criança tem um valor emocional muito grande para o agressor e ela satisfaz algumas de suas necessidades psicológicas como, por exemplo, sua imaturidade emocional, sua baixa auto-estima, seu desejo de ter o controle sobre suas mão.
O fato de um adulto vir a cometer abuso contra uma criança pode ter ligação a algum trauma gerado da infância desse abusador ou não. Alguns pedófilos foram vítimas de abuso sexual quando meninos e aprenderam, erroneamente, que este tipo de comportamento traz prazer para o adulto. Então, quando eles se tornam adultos, alguns supõem que seu prazer sexual será maior e mais intensos se mantiverem relações com uma criança. Olga diz” è importante que às famílias ou pessoas mais próximas estejam atentas ao comportamento da criança diante de seu pai, tio ou vizinho etc. Se ela evita ficar perto desses homens ou mesmo tem uma expressão de medo diante deles e tem um comportamento desesperado quando percebe que vai ficar sozinha em casa com o homem, o cuidado e recomendável.
A psiquiatra explica que é possível superar o trauma provocado numa criança vitima de abuso sexual, mas é difícil porque se a criança não pode confiar em seus pais, não poderá confiar em outras pessoas. O tratamento psicológico é fundamental e na medida em que ele avança, a criança e adolescente vão superando esse trauma e conseguem chegar a ter uma vida normal. Ela reforça que é fundamental que o tratamento seja feito até o final, mesmo que seja longo.
Ao final da entrevista, Olga Tessari deixou um recado as crianças e adolescentes que tenham sido vitimas de abuso sexual “Não tenha medo de denunciar a pessoa que abusou sexualmente de você, ela é doente e precisa de tratamento e você é a vítima, embora sua família possa dizer o contrário, que você é a culpada /o de ter seduzido esse individuo! Você vai passar por maus momentos a princípio, mas no final, vai agradecer a si mesma por se livrar do fardo de se sujeitar aos caprichos de uma pessoa insana.”
Elaborado por:
C.C
Brasília aos 22 de abril de 2010
A cada dia que passa, o número de casos registrados elevam-se, crianças e adolescentes se perdem em meio aos abusos cometidos pelos adultos. A pedofilia refere-se à atração sexual de crianças e adolescente. A classificação internacional das doenças concidera a pedofilia como um dos transtornos de preferência sexual e é uma doença quase que exclusiva dos homens. O indivíduo deve ter mais de 16 anos de idade e ser cinco anos mais velho que sua vítima para se caracterizar o caso.
A psicoterapeuta Olga Tessari durante uma intrevista no Site www.padremarcelorossi.com.br disse que as explicações para este tipo de comportamento são várias: pode ser uma pessoa que apresenta uma dificuldade em relacionar-se sexualmente com adultos, que se sente insegura e ansioso diante desta situação e que, na relação com as crianças sentem que têm o controle e o poder em suas mãos. Muitas vezes, a figura da criança tem um valor emocional muito grande para o agressor e ela satisfaz algumas de suas necessidades psicológicas como, por exemplo, sua imaturidade emocional, sua baixa auto-estima, seu desejo de ter o controle sobre suas mão.
O fato de um adulto vir a cometer abuso contra uma criança pode ter ligação a algum trauma gerado da infância desse abusador ou não. Alguns pedófilos foram vítimas de abuso sexual quando meninos e aprenderam, erroneamente, que este tipo de comportamento traz prazer para o adulto. Então, quando eles se tornam adultos, alguns supõem que seu prazer sexual será maior e mais intensos se mantiverem relações com uma criança. Olga diz” è importante que às famílias ou pessoas mais próximas estejam atentas ao comportamento da criança diante de seu pai, tio ou vizinho etc. Se ela evita ficar perto desses homens ou mesmo tem uma expressão de medo diante deles e tem um comportamento desesperado quando percebe que vai ficar sozinha em casa com o homem, o cuidado e recomendável.
A psiquiatra explica que é possível superar o trauma provocado numa criança vitima de abuso sexual, mas é difícil porque se a criança não pode confiar em seus pais, não poderá confiar em outras pessoas. O tratamento psicológico é fundamental e na medida em que ele avança, a criança e adolescente vão superando esse trauma e conseguem chegar a ter uma vida normal. Ela reforça que é fundamental que o tratamento seja feito até o final, mesmo que seja longo.
Ao final da entrevista, Olga Tessari deixou um recado as crianças e adolescentes que tenham sido vitimas de abuso sexual “Não tenha medo de denunciar a pessoa que abusou sexualmente de você, ela é doente e precisa de tratamento e você é a vítima, embora sua família possa dizer o contrário, que você é a culpada /o de ter seduzido esse individuo! Você vai passar por maus momentos a princípio, mas no final, vai agradecer a si mesma por se livrar do fardo de se sujeitar aos caprichos de uma pessoa insana.”
Elaborado por:
C.C
Brasília aos 22 de abril de 2010
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